Maio 13, 2026 01:05 AM

Em Santa Maria, a nossa insularidade e a escala reduzida deveriam ser vantagens para a experimentação democrática, e não desculpas para o conservadorismo institucional. Se não conseguimos implementar mecanismos de participação direta numa comunidade de cinco mil e quinhentas pessoas, onde todos se cruzam na rua, onde o faremos?

Maio 7, 2026 11:29 AM

O que significa isto para as pessoas? Um governo em que parte dos seus membros está empenhada em fazer oposição à outra parte é um governo que ignora os problemas concretos das pessoas.

Maio 5, 2026 01:22 PM

O paradoxo que envolve a juventude é particularmente cruel. Exige-se-lhe o vigor da mudança, mas castra-se-lhe a ação com o argumento da imaturidade. No entanto, o que vemos nos setores "experientes" é muitas vezes uma imaturidade ética vestida de pragmatismo. A força reacionária que agora emerge aproveita-se precisamente deste vácuo. Ela não oferece experiência, mas sim o simulacro da rutura, servindo-se de figuras que, tendo habitado o sistema, aprenderam a mimetizar o descontentamento popular para proveito próprio. É uma rebeldia de gabinete, que utiliza o comentário rápido, o ódio fácil das redes sociais, o soundbite para evitar qualquer discussão estruturada.

Maio 5, 2026 01:22 PM

O paradoxo que envolve a juventude é particularmente cruel. Exige-se-lhe o vigor da mudança, mas castra-se-lhe a ação com o argumento da imaturidade. No entanto, o que vemos nos setores "experientes" é muitas vezes uma imaturidade ética vestida de pragmatismo. A força reacionária que agora emerge aproveita-se precisamente deste vácuo. Ela não oferece experiência, mas sim o simulacro da rutura, servindo-se de figuras que, tendo habitado o sistema, aprenderam a mimetizar o descontentamento popular para proveito próprio. É uma rebeldia de gabinete, que utiliza o comentário rápido, o ódio fácil das redes sociais, o soundbite para evitar qualquer discussão estruturada.

Maio 5, 2026 01:21 PM

O paradoxo que envolve a juventude é particularmente cruel. Exige-se-lhe o vigor da mudança, mas castra-se-lhe a ação com o argumento da imaturidade. No entanto, o que vemos nos setores "experientes" é muitas vezes uma imaturidade ética vestida de pragmatismo. A força reacionária que agora emerge aproveita-se precisamente deste vácuo. Ela não oferece experiência, mas sim o simulacro da rutura, servindo-se de figuras que, tendo habitado o sistema, aprenderam a mimetizar o descontentamento popular para proveito próprio. É uma rebeldia de gabinete, que utiliza o comentário rápido, o ódio fácil das redes sociais, o soundbite para evitar qualquer discussão estruturada.

Abril 29, 2026 11:25 AM

Num mundo com tanto ruído e estímulo, refúgios silenciosos são uma necessidade. São locais de resistência, de terapia. Locais de reencontro. Ao olhar para as nossas ilhas não me parecem faltar lugares assim. Aquilo que acontece é o contrário: parece que se quer imitar a vida apressada e ansiosa de uma cidade.