Junho 2, 2026 08:37 PM

A exaustão contemporânea tornou-se uma espécie de sintoma coletivo, uma marca de uma sociedade que confunde a hiperatividade com a virtude e a ocupação constante com a relevância cívica. Vivemos mergulhados na ilusão de que a nossa capacidade de intenção e intervenção no mundo se mede pelo número de frentes que conseguimos manter abertas, esquecendo que o ativismo desprovido de tempo para a reflexão se reduz a uma agitação estéril.

Maio 27, 2026 01:10 PM

Há tanto a fazer para melhorar a escola, os estudantes são uma peça chave e quanto mais cedo se aperceberem que a sua ação tem impacto, melhor. Não basta reclamar, é preciso agir.

Maio 21, 2026 11:34 AM

A crise dos combustíveis nos Açores expôs, mais uma vez, a incapacidade do Governo Regional para responder à urgência da situação.

Maio 19, 2026 01:25 PM

Porque deixam os académicos de ser académicas durante um par de horas dentro de uma sala académica, se o assunto for de gestão? Como é possível que sociólogos, filósofos, historiadores, literatos, linguistas, arqueólogos, geógrafos, comunicólogos e documentalistas que lidam quotidianamente com questões políticas como relações de poder ou democracia nas suas investigações, se esqueçam de tudo isso no exato momento em que esse olhar permitiria transformar realmente o seu mundo?

Maio 19, 2026 01:24 PM

Porque deixam os académicos de ser académicas durante um par de horas dentro de uma sala académica, se o assunto for de gestão? Como é possível que sociólogos, filósofos, historiadores, literatos, linguistas, arqueólogos, geógrafos, comunicólogos e documentalistas que lidam quotidianamente com questões políticas como relações de poder ou democracia nas suas investigações, se esqueçam de tudo isso no exato momento em que esse olhar permitiria transformar realmente o seu mundo?

Maio 19, 2026 12:24 PM

O Faial foi sendo construído por pessoas que cuidaram da terra. Plantaram hortênsias, araucárias, metrosíderos, laranjeiras e muitas outras árvores. Algumas davam fruta, outras serviam para madeira ou para substituir mastros de barcos. Além da utilidade, foram dando identidade à ilha. Na semana passada foi cortada a única árvore do centro da freguesia de Castelo Branco. Era para todos nós um símbolo daquele lugar, mas não só. Soube, numa publicação importantíssima do Sr. Fernando Silveira, que tinha sido plantada em 1965 por Guilherme Silveira Fialho para dar sombra às pessoas que esperavam o autocarro. Foi um gesto pensado para o futuro. Décadas depois foi cortada. É esta a cultura que queremos cultivar?