O texto que subscrevi, dirigido ao Presidente da República, dizia, unicamente, respeito ao diploma em causa. Basta a leitura deste e o mínimo de boa-fé (e de boa consciência) para verificar que está longe - muito longe! - da bomba atómica, isto é, a dissolução do Parlamento Açoriano, com que o deputado José São Bento hiperboliza a situação.