As rotas Terceira-continente e São Miguel-continente não estarão sujeitas a obrigações de serviço público, e estarão vulneráveis às vicissitudes do mercado e da concorrência e para bem de quem? Dos clientes residentes, clamam PSD e PS. Nós acreditamos que será para o bem daqueles que se têm saído sempre bem.
Ninguém deve estar condenado a escolher entre ‘troikismo’ e ‘troikismo fofinho’. Há outro caminho. O caminho da resistência, que tem o seu reduto na Constituição e na Autonomia.
Questionámos o Governo Regional sobre aquilo que consideramos ser ‘negócios para amigos’, sem nunca acusarmos o Governo Regional de qualquer ilegalidade, mas não podemos deixar de denunciar opções políticas que permitem práticas rentistas, em vez de verdadeiro empreendedorismo.
Este Governo Regional, suportado por uma maioria absoluta do PS, padece de contradições flagrantes. Acusa o Governo da República - e bem! -, exortando-o a aumentar o Salário Mínimo, mas encolhe-se quando é desafiado a fazê-lo, nos Açores.
A arte parece ter deixado o nosso dia-a-dia e com ela a poética e a beleza; passámos para o reino dos números. Foi tempo que a legislação relativa à construção de obra pública, impunha a afectação, salvo erro na ordem dos 10% da empreitada, para a introdução de obras de arte, e ainda hoje esses edifícios respiram outro ar.
As festas na sua essência, têm a sua importância, são necessárias para a distração e lazer das pessoas. Contudo, temos de reconhecer o aspeto negativo da alienação, com o qual perde-se a consciência ou secundariza-se a realidade que nos rodeia no quotidiano.
O futuro da Universidade dos Açores está intimamente ligado à tripolaridade, a qual, por sua vez, se associa ao objetivo da coesão da nossa Região, não só territorial, mas também social.